Austrália e Nova Zelândia irão sediar a próxima Copa do Mundo

Austrália e Nova Zelândia irão sediar a próxima Copa do Mundo

25 de junho de 2020 0 Por Jogando Com Elas

(Foto: Divulgação / FIFA)

 

Países derrotaram a Colômbia; Brasil e Japão já haviam desistido da candidatura.

 

Após adiar a data da divulgação, o Conselho da Fifa escolheu nesta quinta-feira (25), por meio de videoconferência, a Austrália e Nova Zelândia, países que realizaram uma candidatura conjunta, como sedes para a próxima Copa do Mundo de Futebol Feminino, que acontecerá em 2023. Os representantes da Oceania derrotaram a Colômbia, única candidata que ainda seguia concorrendo. No início, Brasil e Japão também estavam, mas optaram por desistir da disputa ao longo deste mês. 

Transmitido diretamente de Zurique, na Suíça, pelo canal oficial da Fifa no Youtube, o presidente da entidade, Gianni Infantino, anunciou o resultado da votação em que, por 22 votos a 13, escolheu os dois países como sedes da 9ª edição do mundial feminino. No momento da fala, mais de 1.500 pessoas acompanhavam a decisão, que levará, pela primeira vez na história, a competição para ser disputada no continente. 

Logo que a decisão foi tomada, a Fifa parabenizou os países em uma publicação no Twitter, além de divulgar todos os votos do Conselho. A austrália, na mesma rede social, também se manifestou: “CONSEGUIMOS! A Austrália e a Nova Zelândia receberam a honra de sediar a Copa do Mundo Fifa de Futebol Feminino 2023. Esta decisão histórica é um momento para todos celebrarem o #AsOne (#ComoUm)! Estamos prontos para receber o mundo e oferecer o melhor de sempre”, diz o post. A Nova Zelândia também comemorou a façanha. “CONSEGUIMOS! A Copa do Mundo de Futebol Feminino está chegando na Austrália e Nova Zelândia!!! #AsOne (#ComoUm).”

 

Desistência brasileira

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) abriu mão de sediar o evento no início deste mês. Cotada como forte favorita para receber a 9ª edição da competição, a entidade alegou, em nota oficial, uma “combinação de fatores” encontrados “após minuciosa avaliação”, para retirar a candidatura

A não garantia, por parte do Governo Federal, de todos os protocolos necessários para a realização do torneio, assim como a não apresentação de documentações essenciais pelas partes envolvidas na organização, foram determinantes para a desistência. Após o anúncio, a CBF ainda reforçou que apoiaria a candidatura da Colômbia como país-sede.

 

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